A inteligência artificial já está alterando a forma como empresas executam tarefas, contratam profissionais e organizam processos. O impacto, porém, não significa necessariamente que uma profissão inteira será substituída por sistemas de IA. Pesquisas recentes indicam que a maior parte das ocupações deve passar por mudanças nas tarefas realizadas pelos trabalhadores.
Um estudo da Organização Internacional do Trabalho (OIT), atualizado em 2025, estima que uma em cada quatro pessoas empregadas no mundo está em uma ocupação com algum grau de exposição à inteligência artificial generativa. Ao mesmo tempo, a organização aponta que a transformação dos empregos é mais provável do que a substituição completa.
No Brasil, a demanda por conhecimentos relacionados à IA também cresceu. Segundo dados divulgados pelo LinkedIn com base em um estudo da PwC, o número de vagas brasileiras que exigiam conhecimentos em inteligência artificial passou de 19 mil em 2021 para 73 mil em 2024.
Isso cria duas tendências simultâneas: algumas atividades repetitivas ficam mais suscetíveis à automação, enquanto crescem as oportunidades para profissionais capazes de trabalhar com dados, tecnologia, estratégia e ferramentas de IA.

A IA está mudando profissões, não apenas criando novas vagas
Uma das principais dificuldades para entender o impacto da IA no emprego é tratar cada profissão como se fosse composta por uma única atividade. Na prática, um cargo reúne diversas tarefas, e cada uma delas pode apresentar um nível diferente de exposição à automação.
A OIT analisou quase 30 mil tarefas para atualizar seu índice global de exposição à IA generativa. O levantamento identificou que os trabalhos administrativos e clericais continuam entre os mais expostos, mas também encontrou aumento de exposição em algumas ocupações profissionais e técnicas, incluindo analistas financeiros, desenvolvedores web e multimídia, programadores de aplicativos e consultores de investimentos.
Isso não significa que um analista financeiro ou programador será necessariamente substituído. Significa que determinadas atividades realizadas dentro dessas ocupações podem ser executadas ou aceleradas por ferramentas de IA.
A diferença é importante.
Um profissional que antes passava horas organizando informações pode passar a utilizar uma ferramenta para fazer parte desse trabalho e dedicar mais tempo à interpretação dos resultados, tomada de decisões, comunicação com clientes ou planejamento.
A própria OIT afirma que poucas ocupações são formadas exclusivamente por tarefas que poderiam ser totalmente automatizadas pela IA generativa disponível atualmente.
Quais trabalhos estão mais expostos?
As atividades mais suscetíveis tendem a apresentar características como:
- tarefas repetitivas;
- grande volume de informações digitais;
- processos padronizados;
- produção de documentos seguindo modelos;
- classificação e organização de dados;
- respostas baseadas em regras previamente definidas;
- pouca necessidade de interação física;
- pouca necessidade de julgamento humano contextual.
É por isso que funções administrativas e clericais aparecem com frequência entre as ocupações mais expostas nas pesquisas.
A OIT cita, entre os trabalhos mais expostos, digitadores, profissionais responsáveis por entrada de dados, funcionários de contabilidade e escrituração e secretários administrativos.
Isso não significa necessariamente desaparecimento imediato dessas profissões. A adoção depende de fatores como custo, infraestrutura, legislação, qualidade dos sistemas, organização das empresas e necessidade de supervisão humana.

Profissões que podem crescer com a inteligência artificial
O crescimento da IA também aumenta a necessidade de profissionais capazes de desenvolver, implementar, supervisionar e utilizar essas tecnologias.
O Fórum Econômico Mundial, no Future of Jobs Report 2025, identificou tecnologia, dados e inteligência artificial entre as áreas com alguns dos empregos de crescimento mais rápido até 2030. O relatório também aponta que habilidades tecnológicas devem ganhar importância juntamente com competências humanas, como pensamento crítico, colaboração e outras capacidades cognitivas.
Entre as áreas que podem se beneficiar desse movimento estão:
Inteligência artificial e automação
Profissionais especializados em IA, automação de processos, engenharia de dados e implementação de sistemas podem ganhar espaço à medida que mais empresas incorporam essas tecnologias.
A demanda não está restrita à criação de novos modelos de IA. Também existe necessidade de profissionais que saibam integrar ferramentas existentes aos processos de uma organização.
Isso inclui automação de tarefas administrativas, atendimento, análise de informações, criação de fluxos internos e integração entre sistemas.
Dados e análise
A quantidade de informações produzidas pelas empresas aumenta a necessidade de profissionais capazes de organizar, interpretar e transformar dados em decisões.
Analistas de dados, especialistas em BI e profissionais com conhecimentos estatísticos e de negócio podem trabalhar justamente na etapa que vem depois da geração automática de informações: entender o que elas significam.
A IA pode produzir uma análise inicial, mas decisões empresariais ainda dependem do contexto, dos objetivos da organização e da avaliação humana.
Desenvolvimento de software
A programação está entre as áreas que também estão sendo modificadas pela IA.
Ferramentas generativas conseguem produzir trechos de código, explicar erros, criar testes e auxiliar no desenvolvimento de aplicações. Isso pode reduzir parte do trabalho operacional, mas aumenta a importância de profissionais que saibam definir requisitos, revisar resultados, compreender arquitetura e avaliar segurança e qualidade.
A própria OIT identificou aumento da exposição à IA em funções como desenvolvedores web, desenvolvedores multimídia e programadores de aplicativos.
Nesse caso, maior exposição não deve ser confundida automaticamente com desaparecimento da profissão. A tecnologia pode alterar significativamente o conjunto de tarefas realizado pelo profissional.
Cibersegurança
A expansão da IA também amplia a necessidade de proteger sistemas, dados e processos digitais.
Empresas que utilizam mais sistemas conectados precisam lidar com controle de acesso, proteção de informações, monitoramento, gestão de riscos e resposta a incidentes.
A combinação entre tecnologia e segurança cria espaço para profissionais que entendam tanto os sistemas utilizados pelas organizações quanto os riscos associados a eles.
Marketing digital
Marketing também está sendo afetado pela automação.
Ferramentas de IA já podem auxiliar na criação de textos, análise de campanhas, segmentação, pesquisa, geração de ideias e produção de materiais visuais.
Ao mesmo tempo, isso aumenta a importância de profissionais capazes de interpretar dados, entender consumidores, definir posicionamento, desenvolver estratégias e avaliar se determinado conteúdo realmente funciona.
O diferencial deixa de estar apenas na capacidade de produzir uma grande quantidade de material e passa a envolver a capacidade de tomar decisões melhores utilizando as ferramentas disponíveis.
Quais profissões estão mais vulneráveis à automação?
Não existe uma lista definitiva de profissões que serão eliminadas pela IA. As pesquisas disponíveis trabalham principalmente com exposição de ocupações e tarefas, e não com previsões certeiras de desemprego.
Em 2026, a OIT reforçou essa distinção ao alertar que indicadores de exposição à IA não devem ser interpretados isoladamente como previsões de perda de empregos.
Ainda assim, algumas atividades apresentam maior potencial de automação.
| Tipo de atividade | Exposição potencial | Por que pode ser automatizada |
|---|---|---|
| Entrada de dados | Alta | Processo digital, repetitivo e padronizado |
| Digitação e transcrição | Alta | Ferramentas conseguem converter e organizar informações automaticamente |
| Rotinas administrativas | Alta | Grande parte envolve documentos, registros e procedimentos padronizados |
| Escrituração e tarefas contábeis repetitivas | Alta | Muitas atividades seguem regras e padrões estruturados |
| Produção de textos simples | Alta | IA generativa consegue produzir conteúdos padronizados |
| Análise de informações | Variável | IA pode executar parte da análise, mas decisões dependem do contexto |
| Programação | Variável | Ferramentas geram código, mas revisão, arquitetura e segurança continuam relevantes |
| Gestão | Variável | IA pode apoiar análises, mas decisões envolvem pessoas, estratégia e contexto |
A exposição também varia dentro de uma mesma profissão. Um trabalhador pode realizar algumas tarefas altamente automatizáveis e outras que exigem negociação, criatividade, responsabilidade ou interação humana.
As habilidades que podem ganhar importância
Aprender apenas a utilizar uma ferramenta específica pode não ser suficiente para acompanhar as mudanças do mercado.
A OCDE aponta que a inteligência artificial modifica as tarefas realizadas por trabalhadores e também altera as competências demandadas. Em ocupações altamente expostas à IA, habilidades relacionadas à gestão e aos negócios aparecem entre aquelas que continuam relevantes.
Entre as competências que podem ganhar importância estão:
Alfabetização em inteligência artificial
Não significa necessariamente aprender programação ou criar modelos de machine learning.
Para muitos profissionais, significa entender o que ferramentas de IA conseguem fazer, quais são suas limitações, como verificar seus resultados e como incorporá-las ao trabalho.
Pensamento crítico
Quanto mais conteúdo e análise puderem ser produzidos automaticamente, maior será a necessidade de verificar informações, identificar erros e questionar resultados.
Uma resposta produzida por uma ferramenta não se torna correta apenas porque foi gerada rapidamente.
Análise de dados
Saber interpretar indicadores, identificar padrões e relacionar informações ao contexto de um negócio pode diferenciar profissionais que apenas utilizam ferramentas daqueles que conseguem transformar seus resultados em decisões.
Comunicação
Comunicação escrita, apresentação de ideias, negociação e relacionamento continuam sendo importantes porque muitas decisões empresariais envolvem pessoas e interesses diferentes.
Conhecimento de negócios
Um profissional que conhece profundamente sua área consegue utilizar a IA de maneira mais eficiente do que alguém que apenas conhece a ferramenta.
É a diferença entre saber gerar uma resposta e saber o que fazer com ela.
Capacidade de adaptação
As ferramentas utilizadas pelas empresas podem mudar rapidamente. Por isso, aprender continuamente tende a ser mais útil do que depender de uma única plataforma.
O LinkedIn identificou a alfabetização em IA entre as habilidades que mais crescem em 2025 e também apontou a importância crescente de competências relacionadas a modelos de linguagem em determinadas funções.
Como se reposicionar no mercado de trabalho
A adaptação à IA não precisa começar com uma mudança completa de profissão.
Em muitos casos, o primeiro passo pode ser identificar quais tarefas do trabalho atual são repetitivas e verificar se existem ferramentas capazes de automatizá-las.
Por exemplo, um profissional administrativo pode aprender automação de planilhas e ferramentas de IA para organização documental. Um profissional de marketing pode aprender análise de dados e automação de campanhas. Um analista pode desenvolver conhecimentos de BI. Um desenvolvedor pode aprofundar conhecimentos em arquitetura, segurança e integração de sistemas.
O objetivo é combinar a experiência profissional que a pessoa já possui com novas competências.
Uma estratégia prática pode seguir cinco etapas:
- Mapear as tarefas atuais: identificar o que ocupa mais tempo durante a jornada de trabalho.
- Separar tarefas repetitivas das estratégicas: descobrir quais atividades podem ser automatizadas e quais dependem de julgamento humano.
- Aprender ferramentas relacionadas à área: escolher tecnologias que realmente tenham aplicação no trabalho.
- Criar projetos práticos: demonstrar que o conhecimento adquirido consegue resolver problemas reais.
- Atualizar currículo e portfólio: apresentar as novas competências de forma concreta, mostrando resultados e aplicações.
Não é necessário transformar toda carreira em uma carreira de tecnologia. Um profissional de recursos humanos, administração, comunicação, contabilidade, vendas ou marketing pode incorporar IA à própria especialidade.
Essa combinação entre conhecimento de domínio e tecnologia pode ser mais relevante do que simplesmente acumular ferramentas no currículo.
Exemplos de transição de carreira
Algumas transições podem ocorrer sem que o profissional abandone completamente sua área original.
Administrativo → análise de dados
Uma pessoa com experiência em rotinas administrativas pode complementar sua formação com Excel avançado, Power BI, análise de dados e automação de processos.
Marketing → marketing orientado por dados e IA
Um profissional de marketing pode acrescentar conhecimentos de análise de métricas, automação, segmentação e ferramentas generativas à experiência que já possui.
Atendimento → experiência do cliente
Quem trabalha com atendimento pode desenvolver competências em análise de dados, customer success, gestão de processos e automação de atendimento.
Design → direção criativa e produção assistida por IA
O conhecimento de composição, identidade visual e comunicação pode continuar sendo utilizado enquanto ferramentas generativas passam a fazer parte do processo produtivo.
Programação → desenvolvimento com IA
Em vez de abandonar a programação, o profissional pode incorporar ferramentas de assistência ao código e aprofundar conhecimentos em arquitetura, segurança, testes e integração de sistemas.
Esses exemplos são possibilidades de reposicionamento, não garantias de contratação ou de aumento salarial.
A IA também pode criar empregos
O debate costuma se concentrar na substituição, mas o impacto sobre o mercado de trabalho possui os dois lados.
O Fórum Econômico Mundial estima que as grandes tendências analisadas no Future of Jobs Report 2025 poderão criar 170 milhões de empregos e deslocar 92 milhões até 2030, resultando em um saldo líquido estimado de 78 milhões de postos. Esses números são projeções globais baseadas nas expectativas de empregadores pesquisados e não uma previsão garantida para cada país ou profissão.
O relatório identifica crescimento especialmente em áreas relacionadas a tecnologia, dados e IA, mas também projeta expansão em ocupações que dependem fortemente de atividades humanas, como educação, cuidados e determinadas funções da economia real.
Isso mostra por que não existe uma resposta simples para a pergunta sobre quais profissões sobreviverão à inteligência artificial.
O impacto dependerá das tarefas realizadas, da velocidade de adoção das tecnologias, das decisões das empresas, da formação dos trabalhadores e da própria evolução dos sistemas.
O que o profissional deve observar daqui para frente
A principal mudança pode não ser a existência de uma nova lista de profissões “à prova de IA”, mas a alteração do conjunto de competências exigidas dentro de praticamente todas as áreas.
A OIT estima que uma em cada quatro pessoas empregadas no mundo está em uma ocupação com algum grau de exposição à IA generativa. Entretanto, apenas uma parcela menor está nas categorias de maior exposição, e a organização aponta a transformação das funções como resultado mais provável do que a substituição completa.
Por isso, acompanhar a evolução das próprias tarefas pode ser mais útil do que tentar descobrir qual profissão será totalmente substituída.
Para quem está estudando ou buscando emprego, algumas perguntas são mais práticas:
- Quais tarefas da minha profissão podem ser automatizadas?
- Quais tarefas ainda exigem julgamento humano?
- Quais ferramentas de IA já são utilizadas na minha área?
- Que habilidade complementar pode aumentar meu valor profissional?
- Como posso demonstrar essa habilidade em um projeto ou portfólio?
A resposta a essas perguntas pode ajudar a construir uma estratégia de carreira mais concreta do que simplesmente escolher uma profissão porque ela aparece em uma lista de “profissões do futuro”.

FAQ
A inteligência artificial vai acabar com algumas profissões?
Algumas atividades e funções podem ser reduzidas ou automatizadas, principalmente quando são repetitivas e altamente padronizadas. Porém, pesquisas da OIT indicam que a transformação das tarefas é mais provável do que a substituição completa da maioria das ocupações.
Quais profissionais podem se beneficiar da expansão da IA?
Profissionais de inteligência artificial, dados, desenvolvimento de software, automação, cibersegurança e outras áreas digitais podem encontrar novas oportunidades. A IA também pode aumentar a demanda por profissionais de áreas tradicionais que saibam utilizar essas ferramentas no próprio trabalho.
Preciso aprender programação para trabalhar com inteligência artificial?
Não necessariamente. A necessidade depende da profissão. Para muitos cargos, conhecer ferramentas de IA, saber avaliar resultados, automatizar tarefas e compreender conceitos básicos pode ser mais relevante do que aprender programação.
Quais habilidades serão importantes com a IA?
Competências tecnológicas, análise de dados, pensamento crítico, comunicação, gestão, colaboração e capacidade de aprender novas ferramentas aparecem entre as habilidades relevantes nas pesquisas sobre o futuro do trabalho.
Trabalhos administrativos estão entre os mais expostos à IA?
Sim. A OIT identifica ocupações clericais e administrativas entre as mais expostas à IA generativa, incluindo atividades de entrada de dados, digitação, escrituração e secretariado. Isso indica exposição de tarefas à automação, não uma previsão de desaparecimento imediato dessas profissões.
Como começar a me preparar para as mudanças?
Comece analisando as tarefas da sua profissão, identifique aquelas que podem ser automatizadas, aprenda ferramentas relevantes para sua área e desenvolva competências que complementem a tecnologia. Projetos práticos e um portfólio também podem ajudar a demonstrar essas novas habilidades.
CONCLUSÃO
A inteligência artificial está modificando o mercado de trabalho, mas os dados disponíveis não sustentam uma divisão simples entre profissões que “sobreviverão” e profissões que desaparecerão. O impacto acontece principalmente sobre as tarefas realizadas dentro de cada ocupação.
Para o profissional, acompanhar essas mudanças significa entender onde a IA pode assumir atividades repetitivas e onde o conhecimento humano continua sendo necessário. Desenvolver competências digitais, análise, comunicação e capacidade de trabalhar com novas ferramentas pode ajudar a construir uma carreira mais preparada para esse processo.
O próximo passo pode ser simples: escolha uma tarefa repetitiva da sua rotina profissional e pesquise como ela pode ser automatizada ou aprimorada com IA.
FONTES
- Nome: Organização Internacional do Trabalho (OIT) — Generative AI and Jobs: A Refined Global Index of Occupational Exposure
Tipo: Pesquisa / relatório técnico internacional
Informação que comprova: Uma em cada quatro pessoas empregadas no mundo está em uma ocupação com algum grau de exposição à IA generativa; ocupações clericais continuam entre as mais expostas.
Seção relacionada: A IA está mudando profissões, não apenas criando novas vagas; Quais profissões estão mais vulneráveis à automação. - Nome: World Economic Forum — Future of Jobs Report 2025
Tipo: Relatório sobre mercado de trabalho
Informação que comprova: Projeções de criação e deslocamento de empregos até 2030 e crescimento de funções ligadas a tecnologia, dados e IA.
Seção relacionada: Profissões que podem crescer com a inteligência artificial; A IA também pode criar empregos. - Nome: Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) — Artificial intelligence and the changing demand for skills in the labour market
Tipo: Pesquisa / working paper
Informação que comprova: A IA altera as tarefas e as competências exigidas dos trabalhadores, incluindo mudanças na demanda por habilidades de gestão, negócios e competências digitais.
Seção relacionada: As habilidades que podem ganhar importância. - Nome: LinkedIn — Habilidades em alta no Brasil em 2025
Tipo: Análise de dados da plataforma profissional
Informação que comprova: Alfabetização em IA aparece entre as habilidades em crescimento no Brasil.
Seção relacionada: As habilidades que podem ganhar importância. - Nome: LinkedIn / estudo da PwC — Vagas que exigem IA crescem 4 vezes no Brasil
Tipo: Análise do mercado de trabalho
Informação que comprova: O número de vagas brasileiras que exigiam conhecimentos em IA passou de 19 mil em 2021 para 73 mil em 2024.
Seção relacionada: A IA está mudando profissões, não apenas criando novas vagas.
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